A estação
O menu respeita a sazonalidade. Os ingredientes mudam com a época, e o cardápio muda com eles.

A mesa como obra.
Na Vehare, cada prato é pensado como uma peça da galeria: forma, cor, temperatura e tempo. O menu muda com a estação e é servido em etapas, no ritmo da mesa.

O chef Marco Aurélio conduz a cozinha como uma performance. Cada sequência chega à mesa no ápice da temperatura e do frescor, e cada prato é construído como uma arquitetura de sabor.

O menu respeita a sazonalidade. Os ingredientes mudam com a época, e o cardápio muda com eles.

Existe uma coreografia invisível à mesa. Cada etapa chega no ponto exato, quente ou fria, como deve ser.

Texturas calculadas com rigor técnico: crocante, cremoso, macio, em contraste dentro do mesmo prato.

Ingredientes escolhidos pela pureza. O sabor vem da matéria-prima, tratada com respeito.



O azul profundo da escultura reaparece na louça e no contraste com o dourado.


O material que marca as telas de Thatta também pode aparecer no prato, como finalização.


A massa espessa das telas encontra eco na louça rugosa, que vira moldura para o prato.

O menu é apresentado pelo próprio chef durante o jantar e muda a cada estação.
Uma sequência de pratos autorais, sem pressa entre um e outro, ao longo de cerca de três horas.
Rótulos escolhidos para dialogar com as notas terrosas, minerais ou delicadas de cada prato e das obras ao redor.
Alergias, restrições ou uma ocasião especial: informe na reserva e o chef adapta o menu.
Menus autorais que respeitam a estética e a sazonalidade. Durante o serviço, o chef conta a história por trás de cada prato e a ligação dele com as obras da sala.
R$ 399,99 por pessoa. Reserve com 50% de sinal; o endereço é enviado após a confirmação.




Imagens de pratos meramente ilustrativas, da Unsplash: Tommaso Ubezio, Duane Mendes, Bundo Kim, Ruben Mavarez, Alfonso Betancourt, Ap films Here e Tomi Saputra. Obras: Thatta Sohrs.